Borboletas, de Odilon Redon
Trecho alentejano, Carlos Madeira
Sesta dos Ceifeiros, Dórdio Gomes
“Não era noite nem dia.
Eram campos campos campos
abertos num sonho quieto.
Eram cabeços redondos
de estevas adormecidas.
E barrancos entre encostas
cheias de azul e silêncio.
Silêncio que se derrama
pela terra escalavrada
e chega no horizonte
suando nuvens de sangue.
Era a hora do poente
quase noite quase dia...”
Manuel da Fonseca, Estradas
uma canção alentejana
o "cante" da terra...
ouvir o "cante" da terra em Borba e ver as fotografias de alguém que ama o Alentejo e o fixou.
Gostei muito. O Alentejo é lindo, e toda a sua cultura.
ResponderEliminarBeijo
A pintura das borboletas é lindíssima!
ResponderEliminarGosto tanto de ouvir o "cante" alentejano! Gosto tanto como do fado!
Pena não ter colocado aqui nenhuma musiquinha...
Gostei das giestas e das glicínias ali ao lado, anunciando a Primavera. A foto das glicínias está belíssima!
Só coisas lindas!
Um beijinho grande e uma boa semana :)
Essa terra não me escapa..em breve.
ResponderEliminarFiquei feliz de saber da exposição do Adal. Sorte sempre. Por cá, lembramos sempre deles.
bjs em todos.
Que maravilha... Tudo tão bonito!
ResponderEliminarUm convite ao passeio cultural e ao descanso!
Um beijinho e continuação de boa semana.:))